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segunda-feira, 21 de julho de 2014

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Sabedoria Kanzen

Pequenas palavras as vezes trazem grandes e profundas mensagens e grandes palavras as vezes apenas nos mostram o vazio da mente que as proferiu.
Sabedoria Kanzen

sabedoria Shura

O Homem não escolhe manejar a espada, a espada é que escolhe manejar o homem. Até que o homem se torna a espada e a espada se torna o homem!
sabedoria Shura

CURSO: HARAGEI - Prática e Teoria.

Meditar sem objetivo é o mesmo que viver sem objetivo. O que se consegue é apenas jogar fora um tempo valioso que poderia estar sendo usado para outra coisa mais produtiva. Ao caminharmos devemos sempre saber qual é o nosso destino ou corremos o risco de chegar aonde não desejamos; e as vezes voltar atrás é algo muito difícil.
CURSO: HARAGEI - Prática e Teoria.
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terça-feira, 10 de junho de 2014

Refinado ou Integral ?

Continuando o pensamento sobre refinamento.
As vezes me mostram algumas escolas onde os alunos fazem "mil" saudações e se comportam como robôs na vida e na luta e dizem que isso é REFINAMENTO. Bem, se isso for refinamento eu prefiro continuar sendo INTEGRAL. Desculpem pela brincadeira, mas realmente prefiro o comportamento do ilustre Miyamoto Musashi que chamava esse dito refinamento simplesmente de Frescura Inútil e ridícula.

Refinar ou Aperfeiçoar?

Me perguntam muito sobre refinamento técnico e como se pode refinar uma técnica de combate. Bem, a natureza dessa pergunta já esta errada, pois uma técnica não é arroz ou açúcar para ser refinada e se fosse deixe-me lembrar que o processo de refinamento que "visa" visa retirar impurezas acaba retirando junto muitas substancias importantes do alimento. Exatamente por isso o arroz integral é mais saudável do que o refinado. Assim sendo não busquem o refinamento mas sim a aperfeiçoamento técnico. Esse sim é o termo correto.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Mitologia Chinesa – Pan Ku e Nü Wa

Mitologia Chinesa – Pan Ku e Nü Wa
A mitologia chinesa aborda diversos temas, na sua forma oral ou escrita, estando a criação do mundo entre eles. A maioria dos historiadores acredita que foi no inicio do ano de 1100 aC que se deu inicio a mitologia chinesa, inicialmente na forma oral, e bem depois na forma escrita.
A base da mitologia chinesa é milenar, porém baseia-se fundamentalmente em elementos oriundo da três principais religiões chinesas: o Taoísmo, o Confucionismo e o Budismo. A mistura dos elementos deste tripé religioso torna suas lendas e mitos complexos para nós que não estamos familiarizados com a civilização chinesa e suas sutilezas.
Grande parte dos mitos chineses conhecidos vem, principalmente, de três textos chaves: Shan Hai Jing, Pergaminho da Montanha e do Mar, que descreve os mitos, a magia, a religião e a geografia da China antiga, sendo uma das primeiras enciclopédias da China; Shui Jing Zhu, Comentário sobre o Pergaminho da Água, tratando de forma aprofundada e rica sobre a geografia, história e as lendas chinesas; e Hei’an Zhuan, Épico da Escuridão, trata-se de uma coleção de poesia épica sobre as lendas, preservada pelos habitantes montanheses de Hubei.
A literatura chinesa sobre as lendas da criação possui versões diferentes para o mesmo evento, talvez pela mistura religiosa presente. Neste texto vamos trabalhar a versão mais difundida, tanto sobre a criação do mundo como da criação do homem: a história de Pan Ku (criação do mundo) e Nü Wa (criação do homem).
No principio não havia nada. Apenas caos e escuridão. Todo o universo era um imenso ovo negro, e dentro dele estavam Yin e Yang, opostos que coexistem mantendo um delicado equilíbrio. Dentro deste ovo havia, também, um terceiro elemento: um espírito desenvolvendo-se em total silencio. Era Pan Ku, que crescia junto com o ovo, tornando-se gigantesco.
Por dezoito mil anos o ovo flutuou, chocando os três elementos que estavam em seu interior. Depois deste tempo, Pan Ku despertou e viu-se cercado da mais densa escuridão. Enfurecido pela ausência de luz, agitou-se dentro do ovo, pulando e gritando. Com um golpe vigoroso de machado ele rompeu o ovo, separando o Yin e o Yang, dando inicio a criação do mundo e quebrando a escuridão total.
O mais pesado e turvo, Yang, desprendeu-se e afundou, transformando-se em terra. Yin, mais leve e etéreo subiu, formando o céu. Entre eles ficou Pan Ku, tocando o céu com a cabeça e a terra com seus pés, evitando que se juntassem novamente, trazendo a escuridão de volta.
Pan Ku persistiu, mantendo Yin e Yang separados, até que um dia percebeu que não havia mais escuridão e sim o azul do céu e o marrom da terra. Tranqüilo, deitou-se e morreu. Seu corpo brilhou e começou a transformar-se: o olho esquerdo virou o sol, iluminando tudo ao redor; o direito voou para o oeste do céu e virou a lua, trazendo luz para a noite; seu hálito tornou-se o vento, que refresca; o trovão veio de sua voz grave. Seu corpo imenso deu origem às altas montanhas e aos demais relevos do mundo; seu sangue denso formou os rios e os mares; seus cabelos e pelos voaram pelo ar e deram origem as florestas, aos arbustos e as flores, colorindo a terra. De seus dentes e ossos surgiram as rochas e os minerais valiosos, como o diamante e as pérolas; seu suor virou a chuva, mantendo a terra úmida; seus músculos as terras férteis; e dos seres que habitavam seu corpo, como pulgas e bactérias, surgiram os animais.
Assim surgiu a terra e dela nasceu a deusa Nü Wa, que criou o homem.
Certo dia a deusa caminhava pelos campos e observou as montanhas distantes, as florestas e os animais correndo pelas planícies. Tudo era lindo, porém ela sentia-se estranhamente triste, percebendo sua solidão. As montanhas, as aves e os animais não a entendiam, fazendo com que percebesse que precisava de seres iguais a ela para cessar sua solidão.
Com esta idéia formada, pegou lama da beira do rio e moldou, formando uma pequena figura, semelhante ao seu reflexo na água: mãos, pés e face parecidos. Ao pousar a figura no chão, ela ganhou vida, o que deixou Nü Wa extremamente feliz. Não estava mais sozinha. Empolgada com o sucesso de sua primeira tentativa se pôs a modelar mais e mais figuras, de ambos os sexos, as quais chamou de humanos. Falavam a língua da deusa, com quem conversaram, agradeceram e depois se espalharam. .
Nü Wa continuou a modelar humanos, porém o mundo era extenso demais e nunca deixava de parecer vazio. Já cansada, pegou uma pinha e a molhou com lama, depois jogou com força no chão. As gotas de lama caídas transformaram-se em humanos. Desse modo a deusa conseguiu produzir um numero mais rápido de humanos, repetindo o processo milhares de vezes, até se dar por satisfeita com a quantidade de humanos produzidos.
Depois de um período onde repousou, a deusa resolveu verificar como andavam se saindo os humanos e começou a andar pelo mundo. Surpresa notou que alguns humanos estavam caídos no chão, com os cabelos brancos e sem vida. Preocupada, constatou que aqueles eram os primeiros que havia criado. Percebeu que se quisesse ver o mundo povoado teria que produzir humanos indefinidamente, ou arranjar outra solução para seu problema.
Após ter uma idéia que resolveria em definitivo o problema, foi até o templo de Pan Ku. Lá pediu permissão para ser a casamenteira dos humanos, recebendo permissão para a missão. Nü Wa, então, determinou que homens e mulheres reproduzissem entre si, para formar descendência e manter a terra povoada. A deusa foi a criadora dos homens e do casamento.

domingo, 13 de abril de 2014

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A Grande Arte
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terça-feira, 4 de março de 2014

Curso Meditação e Cultura oriental

Estamos organizando um novo grupo de estudos de Kuji-kiri, kobudera, Haragei, Kiko, Onmyōdō, Taiso e outros elementos relacionados a meditação e a cultura oriental. Aulas presenciais e On-line. Informações: hitokiri.shin@gmail.com ou 62 93140248.

Arte de Guerra

Artes de Guerra: Os homens buscam mil nomes para explicar seus sistemas de combate mas a verdade é que existe uma raiz e uma trilha comum a todos eles. 
Mas deixem-me exemplificar: Como sabemos hoje as artes de Guerra remetem a milhares de anos e podemos traçar sua origem nos povos da antiga Suméria e Babilônia. De lá essas artes seguiram seu caminho e chegaram até vários países como o Egito e a Índia. Algumas delas levadas pelas tribos hebraicas que se espalharam pelo mundo.
O fato é que destes pontos houve nova propagação, por exemplo vejamos um desses caminhos e oque ele gerou.

Na antiga Índia e China as artes da guerra tomaram várias formas sendo que algumas visavam a destruição das articulações e a aplicação de movimentações circulares para chutes, socos... (Ba gua, Tai chi chuan, Chin na...) estas formas de combate foram levadas para outros pontos da asia até que chegaram ao Japão onde foram fundamentais para a origem do Aikijujutsu. Por sua vez o Aikijujutsu acabou dando origem a outras formas de luta como o Aikido (no Japão, sendo uma forma muito mais suave que afasta-se do uso marcial ou seja em guerra) e o Hapkido na coreia (que volta-se para o lado da guerra e tenta depois buscar outros elementos para abrir seu leque de marcialidade).
Longe dali, na Russia, vemos uma arte de combate que hoje chamamos de Systema sendo criada e utilizando mecanismos circulares similares aos do Aikijujutsu, provindos da mesma raiz que deu origem as artes Indianas e Chinesas que acabaram influenciando a arte Japonesa.

Como um Shura nosso objetivo não é dominar uma arte de combate mas sim entender a raiz que deu forma a estas estruturas para com isso ir além dos elementos entendendo a verdadeira essência da guerra.

Em outro post falarei sobre esse caminho que deu origem a várias trilhas, algumas há séculos outras mais recentes.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Curso Ninjutsu Bujutsu

Curso Ninjutsu Bujutsu
Kurama Shin Gouki ryu
Lendas nos contam que o Kurama Shin Gouki Ryu provem diretamente dos lendários Youkais do Monte Kurama no Japão que o ensinaram a um guerreiro Shura após vê-lo eliminar um grupo de Ninjas que o tentaram eliminar em uma emboscada. Os Youkais ficaram tão encantados com a selvageria que o Shura demonstrara em combate que resolveram presenteá-lo com suas técnicas.
No Kurama Shin Gouki Ryu as técnicas são separadas em diversas estruturas que remetem a esses Youkais, como por exemplo:
Kitsune: técnicas de armadilhas e enganações em combate.
Okami: Estratégias circulares em ataques e defesas que mesclam aikijujutsu, chugoku kempo, Hakkesho, Tai chi e outras.
Oni: Capacidade de liberar a fúria em combate esmagando o inimigo de forma rápida e brutal. Utiliza-se de pancadas, rasgamentos, torções, quedas e outros.
Nurarihyon: Técnicas de escapes, inversões e estratégias para destruir a guarda do oponente.
Tengu: Estratégias complexas de combate que envolvem direcionar o inimigo para onde se deseja e fazê-lo agir como você esta pré determinando.
Informações: 62 93140248 com Rogério Gouveia